Desembocou os cânticos
Venerando tudo que se foi criado
Refletindo os momentos insanos
Quis ser o astronauta virado
Em uma nova atmosférica paixão!
Poemas que destilam letras
Versos que viram goles
Rimas que sobrevoam como aroma
E título que se transforma em dose certa!
Onde a Natureza das coisas é o Éden
E as cédulas são coisas infernais.
Sua vida entregue a pedaços de papel!
Jonas Dí Bem
E o vento leva todas as palavras que deveriam ser ditas, e o sentimento se resume nos velho desejos de criança, somos fracos sem Deus.
terça-feira, 10 de abril de 2018
Pedaços de papel
Pedaços de papel
Desembocou os cânticos
Venerando tudo que se foi criado
Refletindo os momentos insanos
Quis ser o astronauta virado
Em uma nova atmosférica paixão!
Poemas que destilam letras
Versos que viram goles
Rimas que sobrevoam como aroma
E título que se transforma em dose certa!
Onde a Natureza das coisas é o Éden
E as cédulas são coisas infernais.
Sua vida entregue a pedaços de papel!
Jonas Dí Bem
sexta-feira, 2 de março de 2018
Doses de humanidade
Quem é você?
Que lida com a fome do próxima como se fosse piadas?
Quem sou eu para julga-las?
Quem somos, por gerar momentos e desconfortos?
Respostas nunca serão exatas para perguntas criadas.
Dúvidas sempre serão falas de vidas sem sentido!
A dor que assola meus pensamentos,
Falta-me neurônios, falta-me lidocaína, falta-me inspiração.
E o mundo, vulgo mundo, politizado e sujo, se esvai no nada,
Em um lixo criado por cédulas, criadas para desordem e impor ordem!
Foram-se os tempos de liberdade, se é que tenham existido.
Hoje nem LIGO à TV, por nojo de tanto lixo jogado no ventilado visual.
São doses de humanidade que nos falta, falta percepção,
Chega de droguinhas alienáveis, de ritmos sexuais aos tímpanos infantis.
Precisamos repensar o mundo, e viver novos movimentos de punhos cerrados!
Jonas Dí Bem
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Fruto da liberdade! Que liberdade?
Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se tudo paga!
O ar, a comida, o papel, a caneta
Tudo vende, a vida, o pensamento, a mão!
Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se tudo é rótulo!
Cristão, protestante, multi-religiões.
Tudo se manipula, a prestação que vai vencer.
Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se o que se fala é faca!
Cortante, que machuca, afasta e até mata.
Tudo se fala, da vida, do pensamento, da amizade!
Jonas Dí Bem
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Secas vivas, vidas escassas
Voltamos para tempos de "chumbos"
Vivemos em tempos de dês (casos)
Em busca de resultados nulos
E querendo resgatar os cacos...
Onde a hipótese é ser hipócrita
E o hipócrita, é o salvador!
Diga adeus a um Deus, o fim da linha...
É a Igreja que os carnais mantém escrita!
A sociedade ama a dor,
Se o amor fosse maior, não haveria miséria.
Misericórdia? Só em livros antigos!
O pouco, pra muitos, é desnecessária!
Querem carcaças como em 75, querem humanas agora!
Secas vivas, e vidas escassas...
Esse é o País do Futuro? Ou a ilusão que se acha País?
Pouco se sabe, afinal, um território com seus 8.516.000 km² só se pensa em dois lados, o resto é vastidão e nada mais!
Jonas Dí Bem
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Horizonte
Desertas ruas
Curvas, turvas
Não preciso saber para onde seguir,
A única coisa que deve ser feita, é seguir.
Quando eu vivia nos sonhos
Não existia medo, nem mesmo amanhã
Sou refém do que componho,
Tudo bem, a vida é sã.
Palavras escondidas
Rimas escritas
Desejos, e paz
Sou, sou capaz
De esquecer o ontem
E olhar pra algum horizonte...
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Um alguém + ou menos
Lembra de mim?
Palavras que não se esquece.
A cabeça é mais forte e entorpece.
O único início, sem seu fim.
Guerras frias, gripe aguerrida,
Vidas sofridas, palavras contidas.
Sei que tenho meus vícios,
Vícios de linguagem,
Tudo precisa de passagem,
Pra Lua, pra esquina, São Thomé das Letras.
Lama em Cabrobó, nossas Gerais.
Tudo se resume, a Cruz, o retardado,
O começo e o retrato, as religiões e o passado!
Gaiolas mentais, palavras programadas,
São só perguntas musicadas, sem notas com pestanas.