Postados por Jonas Dí Bem - [...] A passagem do tempo, o tempo da realidade, a falta da paz, e o resumo do pó da saudade, aqui estamos, e aqui estaremos, em forma de poesias ou em formas de poemas![...]Jonas Dí Bem -Por Enquanto

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fruto da liberdade! Que liberdade?

Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se tudo paga!

O ar, a comida, o papel, a caneta
Tudo vende, a vida, o pensamento, a mão!

Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se tudo é rótulo!

Cristão, protestante, multi-religiões.
Tudo se manipula, a prestação que vai vencer.

Somos fruto da liberdade?
Que liberdade? Se o que se fala é faca!

Cortante, que machuca, afasta e até mata.
Tudo se fala, da vida, do pensamento, da amizade!

Jonas Dí Bem

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Secas vivas, vidas escassas

Voltamos para tempos de "chumbos"
Vivemos em tempos de dês (casos)
Em busca de resultados nulos
E querendo resgatar os cacos...

Onde a hipótese é ser hipócrita
E o hipócrita, é o salvador!
Diga adeus a um Deus, o fim da linha...
É a Igreja que os carnais mantém escrita!

A sociedade ama a dor,
Se o amor fosse maior, não haveria miséria.
Misericórdia? Só em livros antigos!

O pouco, pra muitos, é desnecessária!
Querem carcaças como em 75, querem humanas agora!
Secas vivas, e vidas escassas...
Esse é o País do Futuro? Ou a ilusão que se acha País?

Pouco se sabe, afinal, um território com seus 8.516.000 km² só se pensa em dois lados, o resto é vastidão e nada mais!

Jonas Dí Bem

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Horizonte

Desertas ruas
Curvas, turvas
Não preciso saber para onde seguir,
A única coisa que deve ser feita, é seguir.

Quando eu vivia nos sonhos
Não existia medo, nem mesmo amanhã
Sou refém do que componho,
Tudo bem, a vida é sã.

Palavras escondidas
Rimas escritas
Desejos, e paz

Sou, sou capaz
De esquecer o ontem
E olhar pra algum horizonte...

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Um alguém + ou menos

Lembra de mim?
Palavras que não se esquece.
A cabeça é mais forte e entorpece.
O único início, sem seu fim.

Guerras frias, gripe aguerrida,
Vidas sofridas, palavras contidas.
Sei que tenho meus vícios,
Vícios de linguagem,

Tudo precisa de passagem,
Pra Lua, pra esquina, São Thomé das Letras.
Lama em Cabrobó, nossas Gerais.
Tudo se resume, a Cruz, o retardado,
O começo e o retrato, as religiões e o passado!

Gaiolas mentais, palavras programadas,
São só perguntas musicadas, sem notas com pestanas.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Olhos

Olhos no meio da multidão
Olhos perdidos na escuridão

Olhos que ditam regras
Que completa e desperta

O amor que na cabeça transborda
Alegria que faz o corpo se movimentar

Ritmos e rimas, olhos de menina
Som e dom, olhos e néon.

Olhos que te passam energia
Olhos, apenas olhos noite e dia!

Jonas Dí Bem

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O futuro

Somos sonhos e planos.
Somos vida e morte.

Somos Fulanos e Ciclanos.
Somos a ordem e desordem.

O fraco e o forte.
O vinho e o cálice.

Somos o que sempre queremos.
Queremos ser o que não fomos.

Desenhistas de constelações poética.
Anarquistas de cidades incompletas.

Somos o produto da ilusão.
Às vezes somos à própria solidão.

Mas ainda somos, o futuro.
Ainda somos, o futuro.

Somos, o futuro.
O futuro...

Jonas Dí Bem

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A vida lá fora

Tudo que escrevo
Tudo que recebo
Todo meu momento
Minha liberdade, meu tempo.

Sonetos são só sonetos,
E a paz do enganador, em trabalhar
Faz o líquido principal deságua,
Em bocas e louças, em roupas!

A vida lá fora anda chata,
Política, polícia e milícias.
O povo esquece o que têm de bom, malícia.

E o planejamento destrói o amor,
Formam comissões de dês(ética)
Cultivando o fim e o dês(amor).

Jonas Dí Bem